Fazendo um jogo indie – Semana 5 e 6

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Andando rumo ao sucesso.

(É o sono, me deixem)

Eu juro que tem uma desculpa pra esse post estar saindo atrasado. Só não me lembro dela.

Bom, o fato é que no fim de semana a faculdade fez uma viagem para o Brasil Game Show (que quando chamo pela sigla BGS fica feminino não sei porque caralhas), e até o exato momento eu ainda estou tentando readaptar meu sono.

O evento foi a grande realização da semana, e pretendo fazer um post só pra ele.

(Na realidade, além do evento, assisti o novo Star Trek e bolei um post bem grande pra Hamilton, então tem material pra mais alguns posts pela frente)

Então, além da habitual arte-final da semana, tentei me focar um pouquinho nas atividades, digamos, extra-jogo, voltadas para as matérias da faculdade mesmo.

Aliás, uma atividade muito interessante que fizemos foi pegar um storyboard de uma cena de 300 (de Zack Snyder) e reescrever o áudio e o vídeo, criando algo novo a partir daquilo. Já estávamos fazendo coisas do tipo envolvendo storyboard, como um exercício muito interessante do site Tela Brasil voltado para construção de histórias.

Agora, pausarei o texto para informar que tudo isso foi escrito quando era pro texto da Seaman 5 sair normalmente. Mas, ao longo da semana, mais compromissos vieram e não consegui por a tempo, então agora estou editando esse texto e adicionando informações da Semana 6.

Primeiro, a fonte do nosso jogo está pronta.

fonte

Cada grupo teve que criar uma fonte própria para o Jogo, que envolvia todas as letras maiúsculas, minúsculas, números e caracteres especiais. Dividimos no grupo o que cada um faria após decidirmos qual seria a lógica aplicada na construção das letras.

numeros-e-simbolos

Só não estou aqui com as letras maiúsculas.

Mas então, passamos tudo para um programa específico para criação de fontes. E devo admitir que ver palavras sendo escritas com uma fonte criada do 0 por nós é realmente animador.

E então, as coisas estão se encaminhando para o jogo pronto.

Por exemplo, a maioria do desenho de todas as fases está completo e arte-finalizado. Todos os personagens e inimigos do jogo estão no mínimo com o visual definido e com todas as sprites esboçadas (exceto o protagonista, que estou procrastinando bastante para fazer as sprites do mesmo correndo, atacando e etc).

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E todos os sprites andando foram feitos na lógica de partes do corpo separadas para depois juntar.

É bem mais prático e fácil. O problema mesmo é ter uma noção de escala das próprias partes do corpo. Aliás, escala é uma coisa que está me dando um pouco de medo. Por exemplo, o vilão final do jogo será “gigante”. Mas como desenhá-lo de modo que caiba inteiro na tela e que o tamanho das partes do corpo fique proporcional ao protagonista sem que 1 dos 2 precise mudar de tamanho apenas durante a luta?

Enfim, são coisas que vamos ter que nos virar para descobrir.

E por hoje é isso. Até a próxima.

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