[Análise] Pixels!

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Um filme para fãs de videogames antigos, ou para aqueles que gostam do humor bucha do Adam Sandler.

Hoje, eu, JP, e meu incrível gosto por filmes ruins( eles são bons de outra forma ok?), irei fazer uma análise desse filme que de tão bucha, consegue divertir, que é o que importa. Senhoras e senhores, sejam apresentados a: Pixels.

O filme foi lançado esse ano, 2015, dirigido por Chis Columbus e produzido por Columbus, Adam Sandler, Allen Convert e Mark Radcliffe, uma produção da Sony Pictures Entenrtainment. Ele trás uma sinopse bem simples mas que basicamente fala o filme todo:

Sinopse: Sam Brenner desde criança é um fissurado em videogames, principalmente por fliperama. Seu vicio o leva para uma competição na qual vai decidir o melhor jogador de fliperama de seu país. E, de tão em alta que estava a febre por fliperama, uma fita cassete com a competição gravada será lançada para o espaço com o intuito de que atinja vidas extraterrestres. Mas esse plano “maravilhoso” acaba fazendo que os seres extraterrestres entendam que a fita é uma forma de declaração de guerra, e vai atacar a Terra com ninguém mais e ninguém menos do que os personagens dos jogos. Agora só resta para Sam, seus antigos colegas de fliperama e seu arqui-rival Eddie-Plant salvar o mundo das coisas que eles mais conhecem.

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O verdadeiro herói do filme e um bando de humanos secundaristas

É, o filme é isso. Sério mesmo, o roteiro é super simples e não possui nenhum plot-twist que mude isso. Isso acaba por ser bom para chamar a atenção do público mais infantil e jovem já que estamos falando de games, os veeeelhos games. Claro, temos aquele humor terrivel dos atuais filmes do Adam Sandler, mas consegue nos dar algumas risadas quando quer. A dublagem em português mesmo ajudou nisso, com muitas piadas “internas” do tipo: “Sabe de naaaada inocente!”

Mas mais do que risadas, o filme, apesar do roteiro “fraco” e com um humor meia boca, consegue nos tirar sorrisos nos mostrando personagens que fizeram parte de nossa infância em formatos 3D e com um ótimo gráfico. Ver um Pac-Man e um Donkey Kong em ação, com todos seus padrões do fliperama, é nostálgico demais. E claro, não posso esquecer de citar a participação especial mais foda de todo o filme, Toru Iwatani, o criador do Pac-Man.

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Criador Vs Criação

Uma curiosidade é o fato de que esse filme chamou muito atenção principalmente quando foi anunciado e mostrado seu trailer, sendo o atual trailer de maior acesso da Sony.

Para finalizar, vou dar uma nota mediana, pois apesar de tudo, o filme possui mais defeitos do que pontos positivos. Uma vez mais o humor decadente dos filmes do Sandler vem atrapalhando novos roteiros, porém, nos primeiros momentos do filme, nos até podemos achar que isso será diferente, mas infelizmente, do meio para o final realmente notamos a falta de criatividade e senso de humor. Com isso, minha nota ficará ( rufem os tambores): 6/10.

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Cade o Diddy? (não, pera)

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