[Análise] Mad Max: Fury Road!

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Amigos e amigas, senhoras e senhores, sejam bem vindos a análise de Mad “Bane”: Fury Road!

Eu sou o JP, e dessa vez vos trago a análise dessa nova obra cinematográfica, MAD MAX: Fury Road! Mas antes, vale dar uma lembrada do primeiro filme da série…

No ano de 1979, o diretor George Miller trouxe para as telas dos cinemas o primeiro filme da série Mad Max, que contava com Mel Gibson como protagonista. A história se passava em uma Austrália pós apocalíptica, fruto de guerras que acabou reduzindo a humanidade á tribos que lutam pela sobrevivência e brigam entre si por recursos, porém isso ocorre entre o primeiro e o segundo filme, apesar que o cenário desértico inicial da série já retrata o que estará por vir . Max Rockatansky, um policial rodoviário, vive um cenário infestado por gangues de motociclistas e passa a ser o perseguido após matar Nightrider, um membro importante da gangue de Toecutter e Bubba Zanetti. A trama se desenvolve nessa perseguição, porém pouparei vocês leitores da terrível arte de receber spoilers, só é necessário finalizar que, após os acontecimentos desse filme, Max vira literalmente um “nômade das estradas”, o que nos levas aos próximos filmes, incluso Mad Max: Fury Road.

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“Quem é esse tal de Tom Hardy mesmo?”

Sinopse:

“O filme de ação pós-apocalíptico se passa nos confins de nosso planeta, em uma paisagem desértica onde a humanidade está em colapso, e quase todos lutam loucamente pelas necessidades da vida. Neste mundo de fogo e sangue, existem dois rebeldes em alta velocidade, que talvez possam restaurar a ordem. Há Max, um homem de ação e de poucas palavras, que busca paz de espírito depois da perda de sua mulher e seu filho após o caos. E há Furiosa, uma mulher de atitude que acredita que seu caminho para sobreviver pode ser alcançado se ela cruzar o deserto de volta para sua terra natal.”

( Sinopse retirada do site Omelete.uol.com.br, foi a melhor que encontrei e a que mais nos priva dos spoilers alheios desse novo filme, spoiler dos antigos é infelizmente quase impossível de não dar)

Tentarei fazer uma análise sem spoilers aqui, porém algumas coisas eu irei revelar, mas não se preocupem, não estragará nada para quem ainda não viu. O filme tem início quando Max é perseguido e capturado por um bando de loucos que vivem numa tribo que reside na grande e decadente Cidadela, os War Boys. Nesse primeiro momento do filme, temos uma das coisas que mais me chocou e que mais enfatizou o fato de que, mesmo que se passando num mundo fictício, o filme aborda temas atuais sim. As cenas seguintes mostram como é culpa da humanidade tudo o que ocorreu, todo o caos que é vivido pelos sobreviventes é culpa do caos gerado pelos próprios. Uma gota de água é capaz de gerar uma briga e levar a morte, água que agora é um privilégio de poucos.

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O filme segue com a fuga da Imperatriz Furiosa da Cidadela, levando à perseguição principal do filme. O “caminhão” dirigido por Furiosa está com a carga mais valiosa de Immortan Joe, o chefe da Cidadela: as mães de seus futuros filhos.

Immortan Joe é um vilão e tanto, um completo ditador de uma terra sem nada. Ele demonstra o papel de líder e pai de uma “nação” a ponto de não ser contrariado por ninguém. Vale a pena saber que o ator que o interpreta, Hugh Keays-Byrne, fez Toecutter no primeiro filme da série.

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“Toecutter é coisa do passado, agora a moda é, é…”

Max se encontra com a Imperatriz por culpa de um outro personagem muito importante para a trama, que eu não liguei tanto no início porém que me surpreendeu com o andar do filme, Nux, um dos War Boys de Immortan Joe. Nicholas Hoult atuou muito bem nesse papel, me surpreendeu ao conseguir captar o espirito do personagem mesclado com o resto de “humanidade” contido nele, esse que possui uma das melhores frases de todo o filme:

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WHAT A LOVELY DAY!

Na companhia de Nux, outros personagens de menor importância mas que se destacam são os outros War Boys, que compõe o exército de Joe na perseguição de Furiosa. E tenho certeza que todos vão se lembrar principalmente do The Doof Warrior, o cara que esquentou ainda mais a trilha sonora ambientalizada e perfeita do filme, aquele louco que só se importa com uma coisa: TEM QUE TER METAL NESSA PORRA! E FOGO, MUITO FOGO!

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BURN BABY, BURN!

Outra coisa que me chamou a atenção foi o destaque dado para as outras tribos no filme, cada uma contendo seu estilo de luta próprio ( e quando eu falo luta quer dizer luta de carros) e seu método de sobrevivência, contendo um tipo ou mais de recurso principal.

Do resto da história do filme eu irei vos poupar, POIS VALE MUITO A PENA IR ASSISTIR NO CINEMA! Só me resta analisar os personagens principais, que devo dizer, fazem um ótimo par juntos. Tom Hardy, com sua “voz de Bane”, trouxe de volta o personagem de Max Rockatansky do segundo filme da série ( Mad Max 2: The Road Warrior), um Max quieto e badass, que apesar das poucas palavras faz total diferença para o continuar da história. E, por falta de uma Tina Turner, temos uma Charlize Theron nesse novo filme da série, E QUE CHARLIZE! Eu fiquei de boca aberta com a interpretação da atriz no papel da Imperatriz Furiosa, conseguiu ser tão badass quanto Max. E, para os haters que ficaram boladinhos com o fato dessa personagem ter tamanha importância na história: SE ELA APARECESSE PELADA VOCÊS NÃO RECLAMARIAM NÉ? VÃO CATAR COQUINHO! ( tentei ser delicado com essas palavras, é um blog de família).

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“Olha Charlize, esse bando de bocós falando porcaria da sua participação no filme!” “É feelings por conta do Prometheus ,Tom.”

Agora vamos a parte que mais importa de toda série Mad Max: os automóveis de destruição em massa! Cada carro mais badass que o outro, e claro, a aparição do V8 Interceptor quase me fez chorar. Cada tribo contém seu estilo de veículo, umas com motos, outras com carros “porco-espinhos”. É de fazer babar as cenas de perseguição, com direito a lanças “bombas” e suicídios gloriosos , e fogo, MUITO FOGO!

É isso aí pessoal, essa foi a análise sem spoilers de Mad Max: Fury Road, que só me resta deixar uma nota justa para um filme épico: 9.9/10 ( EU QUERIA VER VALHALLA POXA).

Essa foi minha primeira análise de filme, então por favor, quem poder me dar umas dicas ou críticas, estou aceitando tudo.

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Um comentário sobre “[Análise] Mad Max: Fury Road!

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